Radialista da TV Caruaru foi diagnosticado com Linfoma Não-Hodgkin

Publicado por: Editor Feed News
15/08/2023 08:57 AM
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Cortesia Editorial Pixabay/iStock
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EXCLUSIVO

O linfoma não-Hodgkin é uma família complexa de cânceres que derrubam o sistema linfático, uma parte vital do sistema imunológico do nosso corpo.

 

Com mais de 20 tipos diferentes identificados, cada um tem suas próprias características distintas, abordagens específicas de diagnóstico e tratamento. Para dissipar o véu de mistério e aumentar a conscientização, é crucial entender os principais tipos e os sintomas associados a esta doença que já afetou muita gente, entre os quais, o cantor Jorge Aragão, Reynaldo Giannecchine,  Dilma Roussef, Gloria Perez, Edson Celulari e o radialista desta emissora.

 

Após perceber a amígdala aumentada, o conhecido jornalista, optou por uma biopsia com resultado confirmativo de Neoplasia. Com a notícia assustadora, o profissional encontrou dificuldade em fazer o tratamento em Caruaru, decidiu então cuidar de sua saúde em Araraquara. Não pensou duas vezes e de carro viajou para o interior de São Paulo onde tem familiares. Lá chegando, já no dia seguinte foi ao Posto de Saúde onde passou por consulta médica e foi solicitado novos exames. Novos exames de sangue, nova Biópsia, tudo com resposta em até 72 horas e tudo de graça (SUS). Confirmado a doença, o tratamento se deu na Santa Casa de Araraquara.

 

"Para ser sincero aqui, o SUS tem cara de SUS. Bons atendimentos, respostas rápidas, médicos e atendentes humanizados. A região (Araraquara, Barretos, Jaú, Ribeirão Preto, Franca entre outras) tem bons serviços, ótimos hospitais e tratamentos rápidos e eficazes na área de saúde, como a Santa Casa de Araraquara que atende exclusivamente o SUS". Afirma o comunicador. Em quatro meses, o radialista fez todos os procedimentos. O médico-cirurgião de Cabeça e Pescoço do Hospital, indicou a cirurgia com  remoção total das amígdalas, no momento da cirurgia o médico decidiu remover apenas a amigdala esquerda. Tudo foi realizado sem maiores problemas e a alta se deu em 24 horas. No rodapé da alta vem os seguintes dizeres: " Não se preocupe, tudo foi realizado pelo SUS com suas contribuições". "Gratificante ler isso". declara o nosso radialista.

 

"Minha vida após o tratamento de Linfoma ( Câncer). Para a maioria das pessoas, a experiência do câncer não termina no último dia de tratamento. A vida após o tratamento do câncer pode apresentar seus próprios desafios. Você pode ter sentimentos contraditórios quando o tratamento termina, e se preocupar com a possibilidade de que qualquer sintoma significa que o câncer está voltando. Algumas pessoas dizem que sentem pressão para voltar à “vida normal” e isso é real. É importante ter tempo para se adaptar às mudanças físicas e emocionais e estabelecer uma nova rotina diária no seu próprio ritmo. A família e amigos também podem precisar de tempo para se adaptar" Finaliza o jornalista da TV Caruaru 

 

O Intrincado Mosaico dos Tipos de Linfoma Não-Hodgkin (LNH)

Os tipos de linfoma não-Hodgkin abrangem uma ampla gama, cada qual com suas peculiaridades. Entre os mais prevalentes estão:

 

A neoplasia maligna, padrão linfoproliferativa de grandes células redondas com feição linfoide e plasmocitoide em amígdalas é uma descrição específica de um tipo de linfoma não-Hodgkin que afeta as tonsilas, também conhecidas como amígdalas. Essa condição pode ser classificada como uma variedade do linfoma de células B, que é um subtipo dos linfomas não-Hodgkin.

 

Essa variedade específica de linfoma é caracterizada pela presença de células linfoides e plasmocitoides anormais nas amígdalas. As células envolvidas podem ter características semelhantes às células B, que são responsáveis ​​pela produção de metabólitos, bem como às células plasmocitoides, que são células derivadas dos plasmócitos e também desempenham um papel na resposta imunológica.

 

O diagnóstico desse tipo de linfoma envolve exames de imagem, biópsias das amígdalas verificadas e análises laboratoriais para avaliar as características das células cancerígenas. A classificação específica é baseada nas características observadas sob o microscópio, incluindo a forma, tamanho e marcadores celulares.

 

O tratamento dependerá do estágio da doença e das características das células cancerígenas. Pode envolver quimioterapia, radioterapia e, em alguns casos, terapias-alvo ou imunoterapia. A abordagem terapêutica é adaptada à situação individual de cada paciente, visando alcançar a remissão da doença e controlar sua progressão.

 

É importante ressaltar que o prognóstico pode variar significativamente com base nas características específicas da doença em cada paciente. Portanto, o acompanhamento contínuo com uma equipe médica especializada é essencial para determinar o tratamento adequado e monitorar a resposta ao longo do tempo.

 

A remoção das amígdalas, que é o local onde a biópsia foi realizada, pode fazer parte do tratamento de certos tipos de linfomas que acometeram essa região. No entanto, a remissão da doença após a remoção das amígdalas e outros tratamentos dependerá de vários fatores, incluindo o estágio da doença, o tipo específico de linfoma, a resposta do paciente ao tratamento e a presença de células cancerígenas em outras regiões do corpo.

 

A remissão completa da doença é um objetivo importante no tratamento do linfoma, mas nem sempre é alcançado apenas com a remoção cirúrgica das amígdalas. Muitas vezes, são  recomendados tratamentos adicionais, como quimioterapia, radioterapia e terapias-alvo, para atingir uma remissão completa e duradoura.

 

PET-Scam, Exames de sangue, como análises de marcadores tumorais e estimativas da função do fígado e dos rins, podem fornecer informações importantes sobre a resposta do paciente ao tratamento e a presença de células cancerígenas. No entanto, a remissão completa da doença geralmente envolve uma combinação de diferentes abordagens terapêuticas e estimativas médicas ao longo do tempo.

 

É fundamental discutir o plano de tratamento e as opções disponíveis com uma equipe médica especializada em oncologia. Cada caso é único, e a abordagem terapêutica é adaptada às características individuais do paciente e da doença. O acompanhamento médico regular e os exames de monitoramento são essenciais para acompanhar a resposta ao tratamento e fazer ajustes conforme necessários para alcançar os melhores resultados possíveis.

 

Marlla Rodrigues

Conteúdista da The Mobile Television Network

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